Melhor de 10

Irei fazer alguns posts todo domingo contando 10 itens preferidos dos mais diversos assuntos, sejam dez melhores livros que já li; dez canais do youtuber; dez batons preferidos; dez filmes; dez lugares para passear; dez séries… é com esse tema que abro os trabalhos. Quem me conhece sabe do meu amor e apego à séries e desde que comecei a ser fiel a elas, nunca mais assiste novelas ou ao canal Globo de televisão e isso hoje se estende a todos canais abertos. É muito raro eu assistir algum programa, com raríssimas exceções.

Então vamos lá, espero que gostem:

Para inicio de conversa quero deixar claro que eu sou VICIADA mesmo em séries e acompanho váriasss, rsrs vou tentar colocar aqui as que fico totalmente pirada por episódios novos e tenho siricuticos contando nos dedos quando elas dão a pausa de uma temporada para outra. Também quero deixar aqui já avisado que tenho propensão a gostar muito de séries dramáticas.

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  • Grey’s Anatomy: é focada em jovens pessoas que estão lutando para se tornarem médicos, e médicos que estão lutando para continuar humanos. É o drama e a intensidade do treinamento médico combinado com a divertida, atraente e dolorosa vida desses internos que estão prestes a descobrir que nem a medicina e nem os relacionamentos podem ser definidos apenas por preto ou branco. A vida real é mostrada em tons de cinza. Essa sinopse resume bem a série que acompanho desde o inicio e foi uma das primeiras que comecei a seguir depois de LOST.  Ela está na sua 12ª temporada e eu posso dizer que já me emocionei bastante com a série, sua criadora Shonda Rhimes recebe muitas criticas por suas decisões de sempre adicionar muitas mortes brutais ao por fim aos personagens que vão saindo da série de forma tão trágica, mas acho que faz parte e não acho isso tão ruim, apesar de que as vezes ela pega pesado mesmo.

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Um suspense jurídico que narra a vida de Annalise Keating, uma advogada e professora de direito que ministra o curso How To Get Away With Murder. Brilhante, apaixonada por sua profissão e pelas leis, carismática, implacável e manipuladora, ela esconde do marido Sam, um professor de psicologia, que mantém um caso extraconjugal com Nate, um detetive da polícia com quem ela também não é totalmente honesta. Mas Annalise vê sua vida sofrer uma reviravolta quando ela e quatro de seus alunos se envolvem em uma trama de assassinato. Essa série é mais recente está na sua 2ª temporada e é simplesmente viciante. Cheia de reviravoltas e um elenco muito bom Viola Daves arrasa como Annalise, tramas sobre tramas e flashbacks vão contando aos poucos como Annalise chegou onde chegou, sendo uma das advogadas mais brilhantes especializada em ações criminais, onde defende réus acusados de assassinatos.

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Até o melhor advogado da cidade de Nova York precisa de uma mãozinha. Durante uma fuga, depois de uma negociação de drogas fracassada, Mike Ross (Patrick J. Adams), um universitário brilhante que abandonou a faculdade, vai parar em uma entrevista de emprego com um dos advogados mais competentes da cidade de Nova York, Harvey Specter (Gabriel Macht). Cansado da inexperiência dos recém-formados, Harvey dá um tiro no escuro e contrata Mike após perceber seu talento inato e sua memória fotográfica. Mike e Harvey são um time vencedor. Apesar de Mike ser um gênio, ele ainda tem muito a aprender sobre a lei. Como uma dupla imbatível, Mike e Harvey devem esconder seu segredo de todos, inclusive da sócia de Harvey, Jessica (Gina Torres), e do arqui-inimigo do advogado, Louis (Rick Hoffman), que parece querer dificultar a vida de Mike ao máximo. O que dizer de Suits? Mais uma série que traz o mundo da advocacia. Uma série que me fisgou no primeiro episódio, meio por acaso e me apaixonei. Está na 5ª temporada e apesar de eu achar que ela deu uma leve derrapada na 4ª temporada, voltou na 5ª arrasando.

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A série conta a vida de um soldado que participa da invasão do Iraque em 2003. Dado como morto, ele milagrosamente retorna aos EUA após passar anos como prisioneiro. Considerado um herói nacional, o soldado não consegue convencer uma agente da CIA, que o considera um agente enviado pela Al Qaeda. Homeland é uma daquelas séries que não tem o menor medo de se reinventar. Eles já mudaram praticamente todo o elenco, mudaram de país, mataram um protagonista e entre as poucas coisas que se mantém, uma delas é a certeza de que a série sempre vai entregar o que há de melhor na TV a cada nova temporada. Explora o medo dos EUA do terrorismo, aliado à obsessão dos americanos com o tema pós 11 de Setembro, como seu principal chamariz. Essa série é ganhadora de vários prêmios dentre eles, melhor série dramática, melhor atriz com Claire Danne, dentre outros vários. Vale muito a pena! Está para estrear a 5ª temporada.

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Remake de uma série da BBC dos anos 90, House of Cards tem como protagonista Frank Underwood (Kevin Spacey), um político que lidera a bancada majoritária da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos. Underwood fica decepcionado quando descobre que não ocupará o cargo de Secretário de Estado da nova gestão, posto que foi prometido anteriormente a ele, pelo agora recém-eleito presidente. Em vez de aceitar a derrota, Frank decide usar seu conhecimento sobre os bastidores da política para orquestrar sua vingança. A história da série gira em torno de Frank Underwood (interpretado por um inspirado Kevin Spacey), um importante deputado americano que recebe muito mal a notícia de que não será Secretário de Estado do governo de Garrett Walker, presidente eleito dos EUA. Insatisfeito, estabelece como objetivo derrubar a peça que o substitui, Michael Kern, assim como toda a base do novo governo, a quem ajudou a eleger e virou as costas para ele. Para isso, recebe inesperadamente a ajuda de Zoe Barnes (Kate Mara), uma aprendiz de jornalista motivada a escalar rapidamente em sua carreira. Os personagens de House of Cards são um dos grandes pontos fortes da série. Uma série produzida pela Netflix e traz os bastidores da politica de forma muito transparente, o jogo de poder e as várias formas nada “limpas” de se jogar esse jogo. Estreou a 4ª temporada no último dia 04/03 na Netflix.

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Em Bates Motel, Freddie Highmore (A Fantástica Fábrica de Chocolate) interpreta Norman Bates – o psicopata na versão adolescente do filme Psicose, de Alfred Hitchcock – e tenta explicar como a relação com a mãe (interpretada por Vera Farmiga, de A Órfã) o transformou no serial killer mais temido da sétima arte. Norman Bates é um personagem muito interessante e  amedrontador. Num primeiro momento quase não acreditamos que escondido atrás daquele rosto exista um grave caso de distúrbio mental com dupla personalidade e leves toques de travestismo e relacionamentos incestuosos. E foi a exploração dessa característica carismática e até mesmo um pouco inocente de Norman, que fez do piloto de Bates Motel interessante e cheio de possibilidades. Norman aos olhos de todos é um adolescente e sua mãe Norma já sabe que ele sofre de algum distúrbio mas ao invés de trata-lo ela prefere protege-lo sempre e com isso esse distúrbio psicológico só vai aumentando com o passar do tempo. Iniciou a 4ª temporada e estou com muita expectativa de que será a temporada onde muita coisa começará a realmente mudar pra valer. Baseado no livro Psicose.

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A série fala sobre a vida em uma prisão feminina e seus momentos hilários e de cortar o coração. O passado de Piper Chapman bate à porta. Ela é detida e condenada a cumprir pena numa penitenciária federal. Para pagar por seus crimes, Piper troca uma vida confortável em Nova York pela prisão, onde encontra tensão e companheirismo num grupo de detentas desbocadas. Com roteiro intrigante e que sabe prender o espectador do começo ao fim, principalmente por nos fazer imaginar o que faríamos na situação de Chapman, personagem principal, retratando todas as inseguranças que uma pessoa de classe média teria ao ter que passar um tempo presa. As colegas também são complexas e carismáticas e a série não deixa de lado as brigas raciais do local. O tempo todo Chapman é lembrada que é branca e deve andar com as brancas, porém ao longo das temporadas ela conquista amizades e outras personagens vão se destacando. O que gostei muito é que vamos conhecendo a vida delas antes de serem presas através de flashbacks e como foram parar na prisão. Só um aviso: a série é um pouco pesada, pois contém cenas fortes de lesbianismo.

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Situada 97 anos no futuro, a história mostra uma civilização destruída pela guerra nuclear. Quando ocorreu o holocausto, cerca de 400 pessoas viviam em doze estações espaciais internacionais. Eles se tornaram os únicos sobreviventes da raça humana. Com o passar dos anos, novas gerações surgiram e agora eles são 4 mil habitantes que se amontoam na Ark, nome dado às doze estações que se uniram. Para tentar sobreviver, regras rígidas foram adotadas, incluindo pena de morte e controle de natalidade. Agora, os líderes da Ark planejam enviar à Terra 100 deliquentes juvenis com o objetivo de avaliar a qualidade de vida no planeta. A série narrará uma história situada em dois ambientes: os jovens na Terra e seus familiares na estação espacial. Desde o primeiro episódio eu amei a série e me apeguei bastante, apesar de muitas criticas negativas é uma série bem diferente das que estou acostumada e ela vem conquistando cada vez mais fãs.A série retornou recentemente e está arrasando, cada episódio melhor que o outro. Ela está na sua 3ª temporada.

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The Walking Dead é baseada na série de quadrinhos homônima criada por Robert Kirkman. No seriado, descobriremos como é a vida na Terra após um apocalipse zumbi, em que a enorme maioria da população da terra foi infectada por um vírus misterioso que os transforma em mortos-vivos. Os poucos humanos que sobreviveram à epidemia agora devem se unir para encontrar um novo lar, longe dos zumbis. TWD é bem contraditória, fez um enorme sucesso no seu lançamento, depois ao longo das temporadas derrapou e perdeu seguidores, mas eu sigo firme e forte e também acho que a série tem altos e baixos, porém essa 6ª temporada está indo bem obrigada! Rs.

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A série irá acompanhar o cotidiano de uma família americana moderna, cada um com diferentes origens, enquanto eles estão sendo gravados para um documentário. A família, que é o tema deste documentário é a Pritchett-Delgado-Dunphy, uma família, que consiste em um pai patriarca Jay, sua segunda mulher muito mais jovem e colombiana, chamada Gloria e seu filho adolescente Manny, a filha de Jay (de seu primeiro casamento) Claire, seu marido Phil e seus dois filhos, Mitchell o filho gay de Jay, seu companheiro Cameron e o bebê adotado do Vietnã, Lily. Essa série é uma delicinha cremosa. Adoro os episódios curtinhos de 20 minutos e é um escape cômico na minha grade tão cheia de tensão rsrs. Adoro Glória, papel da Sophia Vergara e o Phill que é pai de três filhos e ele  é ótimo adoro dar risadas das tiradas que ele faz.

Pra encerrar é isso, tem muitas outras séries que acompanho e fiquei com dor no coração de ter deixado algumas de fora como Chicago Fire, The Americans, Arrow, Demolidor, Sense8, Narcos (ainda vendo o 4º episódio), PLL e por fim, Better Call Saul. Essas são muito queridinhas também e em outra oportunidade falo delas aqui.

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